São Paulo, 18 de Fevereiro de 2018

A Febrafar | Quem Somos

A FEBRAFAR

Fundada em fevereiro de 2000, a FEBRAFAR – Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias é uma sociedade civil sem fins lucrativos, regida por estatuto social, com sede administrativa na cidade de São Paulo e atuação nas principais regiões do País. Atualmente, a FEBRAFAR reúne 50 redes de farmácias independentes em 24 estados mais o Distrito Federal. As mais de 9 mil lojas integradas às redes associadas à FEBRAFAR atendem clientes em mais de 2.400 municípios.

MISSÃO

Promover a integração e o fortalecimento das redes associadas em todo território brasileiro, visando o desenvolvimento socioeconômico e a representatividade das afiliadas em órgãos governamentais e congêneres.

VISÃO

Ser uma entidade com espírito empreendedor, que aprimore constantemente soluções para atender as redes associadas, as sócias honorárias e os colaboradores, contribuindo para a transformação da sociedade em que estamos inseridos.

DIRETORIA FEBRAFAR (GESTÃO 2015-2019)

Confira a relação de membros do corpo diretivo da Febrafar, eleitos para a Gestão 2015/2019. A Diretoria da Febrafar é composta por diretores executivos e conselheiros, que integram os Conselhos Consultivo, Fiscal e de Ética.

DIRETORIA EXECUTIVA

Diretor Presidente – Edison Gonçalves Tamascia (Superpopular)
Diretor Vice-Presidente – José Lucio Alves (Entrefarma)
Diretor 1º Secretário – Cleber Antunes Magalhães de Jesus (Multmais)
Diretor 2º Secretário – Luis Alberto da Silva (Farmavale&Cia)
Diretor 1º Tesoureiro – Wilson Galli (Agafarma)
Diretor 2º Tesoureiro – Carlos Maran (Cooperfarma)
Diretor Executivo – José Abud Neto

DIRETORIA REGIONAL

Nordeste – Dejalma Lemos da Silva (Unifarma)
Centro-Oeste – Raimundo Nonato Alves (Drogaria Família)
Sudeste – Welington Dias da Silva (Farmes)
Sul – Marcelo Pereira (Vida Farmácias)

CONSELHO CONSULTIVO – São membros do conselho consultivo todos os presidentes das redes associadas.

CONSELHO FISCAL

Efetivos
Pedro Andrade Neto (Drogaria Total)
Amadeu de Michieli Graciano da Silva (Farmacip)
Nilton Oliveira da Silva (Farma 100)

Suplentes
Rogério Lopes Junior (Farmafort)
Nilson Antonio da Silva (Drogaria Atual)

CONSELHO DE ÉTICA

Efetivos
André Simões Motta (Droga Rede)
Fabiana Santana Rodrigues (Nossa Rede)
Rinaldo Ferreira (Farma & Farma)

Suplentes
João Talaia O’Donnell Filho (Sanar)
Tadeu Imoto  (Drogamais)

 

VAREJO FARMACÊUTICO NO BRASIL 

As farmácias e drogarias são o principal canal de dispensação de remédios para a população brasileira. Nos próximos anos, o Brasil deve tornar-se o 4º mercado de consumo de medicamentos no cenário mundial, segundo a consultoria IMS Health. De acordo com a IMS Health, que audita o mercado farmacêutico global, no Brasil há mais de 65 mil farmácias e drogarias. A expansão das redes de farmácias e drogarias ocorreu na década de 80, a partir da informatização dos estoques dos pontos-de-venda (PDV’s) e da diminuição no número médio de funcionários por loja.

Redes Independentes

As farmácias independentes representam mais de 90% do total das farmácias brasileiras, sendo que a maioria não é atrelada a nenhuma bandeira (franquia, rede ou associativismo). Em faturamento, as redes associativistas já representam em torno de 12% do mercado (base: 2013). Atreladas a uma bandeira, as farmácias associativas vêm se estruturando e se organizando desde 1994 – quando começaram a enfrentar com profissionalismo e poder de barganha os desafios de um mercado regulado e em constante transformação. Ano após ano, as lojas vêm, por meio de ações estratégicas, aprimorando sua atuação e fortalecendo a sua marca em sua área de influência. 

Ao aliar-se ao ASSOCIATIVISMO, as redes conseguem otimizar a gestão, reduzir custos e competir de forma profissionalizada. Além da diversificação no número de produtos comercializados e da ampla oferta de serviços, as farmácias associativas vêm passando por um constante processo de modernização, em diversos setores do estabelecimento. 

Competitividade 

Entre as alternativas encontradas pelo pequeno varejo, destacam-se:

  • Fomento a uma política de melhoria nos preços;
  • Otimização na qualidade de atendimento;
  • Promoção de serviços adicionais;
  • Diversificação do mix de produtos;
  • Utilização de eficientes ferramentas estratégicas.


 
ASSOCIATIVISMO: “A UNIÃO QUE FORTALECE”


Conceito

Mesmo sem designação no dicionário, o Associativismo pode ser definido como o ato de associar-se, de unir forças para um fim comum. Numa definição mais ampla, é qualquer iniciativa formal (ou informal) que reúne um grupo de empresas (ou pessoas) com o objetivo de superar dificuldades por meio da ajuda mútua, gerando benefícios econômicos, sociais e/ou políticos em prol de todo o grupo. O Associativismo está presente em diversos setores da nossa economia, tais como associações comerciais, industriais e rurais; sindicatos; cooperativas etc.

Sociedade Associativista 

A natureza da sociedade associativista, fundada na igualdade entre os indivíduos e na ajuda mútua frente às necessidades comuns, já contém uma gama de valores capazes de alavancar ganhos consideráveis de produtividade. As condições que esta sociedade cria para o próprio processo de trabalho e de produção dos bens e serviços, somadas aos mecanismos de distribuição – que não visam ao lucro -, já engendram valores simbólicos que a colocam em posição de vantagem frente à empresa capitalista comum. Uma empresa com perfil associativista compartilha informações e idéias, possui gestão transparente, busca resultados de longo prazo, toma decisões colegiadas e vê no concorrente ou fornecedor um aliado com quem pode aprender e crescer.

Por que associar-se? 

A associação é uma ordem social, multicultural, participativa, autônoma e fundada na igualdade, nas necessidades e valores comuns. Por excelência, é um sistema com potencial para organizar a produção sob uma ética própria – a ética associativista -, onde o que vale para o todo (a associação) deve valer para as partes (o associado) envolvidas. Daí seu potencial para superar as dificuldades através da eficiência do trabalho em base solidária e da oferta de bens e serviços em condições mais vantajosas para o consumidor. 


PONTOS FORTES 

União – o Associativismo proporciona uma união capaz de fazer os empresários pensar coletivamente e permite a troca de experiências que os faz crescer conjuntamente.

Aculturamento – os empresários com perfil associativista têm ganhos significativos no que se refere à cultura empreendedora.

Compra Conjunta – a realização de compras conjuntas proporciona aos empresários maior poder de barganha e acesso a grandes fornecedores do mercado.

Fixação da Marca – a utilização de uma marca forte na fachada e nas dependências do estabelecimento associa o negócio à Rede.

Capacitação de Pessoal – a qualificação dos empresários e seus funcionários proporciona melhoras na gestão do negócio, na qualidade do trabalho e no atendimento aos clientes.

Lucratividade – a aplicação de melhores margens de comercialização faz com que as empresas apresentem um aumento considerável em seu faturamento.

Parcerias – as parcerias com os fornecedores são essenciais para a implementação de ações promocionais nos estabelecimentos. Mas fortalecê-las é fundamental para o desenvolvimento de uma rede associativista.

Conceito de Loja – as recomendações da rede quanto ao visual dos estabelecimentos têm proporcionado uma melhoria significativa no “conceito de loja” dos empresários, desde a fachada, o layout interno e externo, passando pela uniformização e aparência dos funcionários até a informatização e modernização de processos.

Competitividade – ao comprar bem e barato, maximizar e diversificar o mix de produtos, entender as reais necessidades dos clientes, superar suas expectativas, capacitar-se gerencialmente, viabilizar treinamentos para a equipe de colaboradores e organizar melhor o estabelecimento como um todo, as lojas tornam-se mais competitivas e ganham  visibilidade no mercado.

Fontes: BNDES/Panorama Setorial (Gazeta Mercantil)